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3 de junho de 2008

VÍNCULO Nº 54




V Í N C U L O 5 4
Junho 2008

O Vínculo aqui reproduzido é exactamente o que foi enviado aos Antigos Alunos. Quem não o receber e desejar recebê-lo em papel deverá enviar um email ou escrever-nos. Os endereços estão na página dois deste Vínculo. Boa leitura! Apareçam no encontro no próximo dia 28 de Junho, no Seminário do Sameiro!
















2 Comments:

Anonymous j dias said...

É inquestionável a qualidade do vínculo 54. Parabéns a toda a equipa...

07 junho, 2008 01:07  
Anonymous j dias said...

Caríssimo presidente da direcção de aaacarmelitas,
Distintos consócios e todos mais...
Li e reli o editorial do Augusto e devo confessar que tinha reparado e também o reafirmei, por não se encontrar registado, por isso, digo, reparei, pela ausência, no carácter não confessional de aaacarmelitas. A verdade, porém, é que espiritual nem sequer pode deixar de ser porque isso nós também somos mesmo sem nos interrogarmos porque faz parte de sermos e fazermos cultura.
Ora a parte cultural está perfeitamente definida logo na primeira das alíneas como de resto está a colaboração com a ordem do Carmo.
Fico feliz, e nesta perspectiva algo realizado, por verificar que a ideia de "convento", a ideia de pessoas que se congregam (cum+venire) emergente "em um almoço muito especial" afinal está entre nós um pouco por todo o lado: no convento da vida, da família, etc... E para mim é-me indiferente que englobe a dimensão espiritual-religiosa, mas reconheço que o toque não confessional deve continuar como manifestação assumida de maior inclusão.
Todavia, num século que o filósofo americano Alvin Tofler considerou de século do homem espiritual não vejo porque a aaacarmelitas, por maioria de razão, não poderia também assumir essa valência.
Confesso a minha ignorância, mas não assumíamos já em aaacarmelitas a dimensão espiritual do homem?
Para os que quiserem, pois que assumam também a religiosa! Mas onde o problema em haver pluralidade?
De uma coisa tenho a certeza vertida em esperança: não gostaria de ver esta pérola desaparecer com o desaparecimento dos que agora ainda são os mais novos de nós.

Comunguei, via Blog, de algum do entusiasmo que me pareceu ter existido no encontro do laicado carmelita da Região Ibérica. Entre outras coisas ficou marcado pelas declarações absolutamente históricas do irmão padre geral da Ordem a aaacarmelitas e manifestamente definidoras de um tempo novo, na análise. Pessoalmente, essas declarações são o assumir final do sentido de vidas que tiveram um tempo dedicado à Ordem e um outro tempo de dedicação e disponibilidade continuada, no meu caso, às comunidades católicas locais, onde sempre me assumia na organização litúrgica das eucaristias, na palavra da boa nova, como tendo sido monge e carmelita. Noutros casos de aas outros se assumiram noutras actividades: Estas declarações nada acrescentam porque o que elas dizem eu já era. Outros terão seguramente o mesmo sentir. O seu mérito está em reconhecerem, institucionalmente,àqueles que já eram que, afinal, eram carmelitas como sempre foram.

08 junho, 2008 00:25  

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