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Localização: aaacarmelitas@gmail.com, Portugal

15 de maio de 2008

AS DESCULPAS ESFARRAPADAS...

Tenho vindo a ler com atenção todos os comentários que são tecidos sobre o
comportamento dos autores do blog aaacarmelitas.

Tenho reparado que estão ser feitas afirmações perfeitamente gratuitas sobre o comportamento do "gestor" deste blog, partindo do pressuposto que lhes assistem todas as razões, para dizer o que dizem.

Se, quando se entra num blog, se reparar, normalmente, para ter acesso aos comentários, é necessário clicar sobre a palavra comentários, para se poder ver os comentários que foram feitos. E, sob esses comentários, existe o espaço para se fazer o comentário que se prentender fazer.

Até aqui, é o que há de mais comum.

Agora, quando os comentários atingem um número tão elevado como o que temos no nosso blog, o sistema, não deixando de proporcionar a visualização dos comentários, agrupa-os por páginas de 200 comentários cada. O procedimento será como o usado nos outros sistemas do google.

Contudo, para facilitar o acesso aos comentários do "almoço muito especial", criou-se um link que dá acesso directo e em página inteira, a todos os comentários que se encontram agrupados por páginas de 200 comentários cada, sendo que só aparece visível a primeira página. As outras páginas terão de ser solicitadas clicando na palavra "mais recente".
Nunca aqui pedi desculpa do que quer que fosse, nem qualquer texto escrito tem esse sentido. Tão só tentei esclarecer dúvidas postas e procurei fazer com que os visitantes pudessem ter acesso mais facilitado aos textos escritos.
Não é bonito criticar escondendo-se no anonimato!
Cumprimentos a todos os visitantes
augusto castro

6 Comments:

Anonymous Anónimo said...

E não responder às dúvidas que são levantadas, naturalmente, é bonito?
Todos têm que ter igualdade de ciscunstâncias ou então caímos na democracia do "quero, posso e mando".
Pensemos bem, antes de mandar bocas...

16 maio, 2008 08:59  
Anonymous Mário Neiva said...

Farrapos!

Assim, de repente, parecia que estava a ler Falperra. Mas não. Era mesmo "farrapos". E quem assim invectivava era a própria Direcção.
O título é equivoco: não sei se se refere às pessoas que levantaram suspeitas (porque no entender da Direcção foi mais que um anónimo a
colocar dúvidas) ou aos comentários própriamente ditos. Recuso-me a acreditar que "farrapos" sejam os "outros cristos" na terra, as hóstias vivas, que devemos adorar e respeitar tanto como aquela da "missa". Aproveito para dizer que abandonamos depressa demais aquele texto fantástico que a Direcção do blog pôs à nossa reflexão.
Resta-me entender que "farrapos" sejam comentários esfarrapados.
Mesmo assim, e perdoe a Exma Direcção a este camelo, se está a dizer mais uma camelice das suas, a vossa posiçao de dirigentes de um "órgão" da AAACARMELITAS, deveria coibir-vos à utilização de linguagem excessiva. Humildemente vos sugiro que sigam o meu exmplo: Desde que entrei no blog, já me mandaram tratar da cabeça e diagnosticaram-me a infelicidade de um "estado comatoso" e isso não foi suficiente para eu reduzir a "farrapos" o comentário, muito menos a pessoa, de quem me mandou para o hospital. E sabem porquê? Estou de boa fé neste "jogo". Deixo a alma falar porque as pessoas querem proximidade de pessoas e não de lérias abstratas. Daí a minha insistência nos nossos avôs e avós, na árvore da vida que nos irmana, com ou sem "transcendêcia", que esta apareceu na boca dos sabichões só para confundir e complicar o que é óbvio: a fraternidade universal.
Compete a quem dirige ser motor e não travão, da fraternidade.

16 maio, 2008 15:19  
Anonymous j dias said...

Caríssimos aas, pois divirtam--se à estocada que divertimento também é, seja de farrapos, de falperra ou de farrapeira. Há aqui expectativas excessivas! Perfeitos! Isso é que era bom! Pois, pois, assumamos a condição de humanos que é isso que somos e nesta condição, não obstante, continuar a caminhada. E que seria da caminhada sem umas estocadas! Afinal sempre vai ajudando à aprendizagem, embora da maneira pior. Claro há outra alternativa, mas enganam-se se julgam que é mais fácil ou serei eu que ando distraído. Mas avisem-me para não ser o último a saber. Afinal o que é que esperavam? Recepções triunfais? Mas então,
Desistir? Tirem o cavalinho da chuva. Vai com chuva, vai sem chuva, vai com pernas, vai sem pernas… mas vai enquanto vida houver e por mais que à alma doa. Desistir? Só conjugo esse verbo para desafiar à não desistência da caminhada. No bem, desistir nunca!

"Vós que lá do vosso império
Prometeis um mundo novo
Calai-vos que pode o povo
Querer um mundo novo a sério!"
(A. Aleixo?)

Oxalá que queira! Mas o povo... anda muito pelo físico e sensorial face às dificuldades e, pelos vistos, anda com pouco tempo para outros quereres. De repente o melhor é nós continuarmos mesmo a fazer umas provocaçõezinhas. Sempre haverá alguém que nos leia... face à in-cultura de valores reinante só ajudaremos a minimizar a catástrofe que paira no ar e de repente o povo sente-se lembrado se lembrado for. E afinal não é isso que queremos?

No mínimo, solta-se a alma. Pois claro que também é preciso.

20 maio, 2008 01:58  
Anonymous j dias said...

Caríssimos aaacarmelitas,

O comentário do Mário, em segunda leitura, evidenciou-se carenciado de algum realinhamento.
Quanto à fraternidade universal, em absoluto de acordo!
Quanto às competências,
"Compete a quem dirige ser motor e não travão da fraternidade"...
Mas é mesmo?
Ao reler este comentário registei que algo não funcionava.
Ora vejamos: Não ser travão da fraternidade, eu estou de acordo. Quem dirige não deve ser travão da fraternidade.
Todavia, esta afirmação dada como certa, pressupõe que está provado que quem dirige foi travão da fraternidade, o que é absolutamente falso e aberrante. Nem carece de ser demonstrada a falsidade ou aberração desta afirmação por provado não estar o seu oposto que lhe dá origem
Lamento, mas não consigo entender porque é que o nosso presidente foi travão da fraternidade.
Acabo a concluir que foi usada uma linguagem de limite e, em minha opinião, desproporcionada e que nada justifica.

Mas tem mais: Será que compete mesmo a quem dirige ser motor?
Na lógica da escolha de um presidente parece-me que a energia do movimento gerador de fraternidade não só reside nos membros associados, e por isso são eles os motores, como também neles reside o poder de elegerem, e, na lógica da relação que juntos mantemos uns com os outros, todos somos motores da fraternidade que, entendamo-nos, nem é um objectivo directo e específico da Associação, embora pessoalmente até me agrade esta referência espontânea.

Este é um bom exemplo de algo desagradável que fazemos constar de outro como se fosse verdade!
Ao invés do afirmado, e não lhes competindo, em sentido estrito, a verdade é que os corpos directivos da aaacarmelitas são também, como todos nós, motores de fraternidade sempre que são motores da aaacarmelitas na organização das celebrações dos cinquentenários, na organização dos convívios, na criação e manutenção deste blog e na publicação com regularidade do Vínculo, que me lembre.

Aaacarmelitas é um espaço nobre e aberto que comunga da nobreza e só da nobreza de cada um de nós e da liberdade, e só da liberdade, a começar por nós, que formos capazes de aceitar que os outros também têm…

Em aaacarmelitas eu tenho o dever de ser motor de fraternidade.

23 maio, 2008 01:12  
Anonymous Mário Neiva said...

Tendo perfeita consciência das limitações de qualquer ser humano (errare humanum est)
sobretudo quando se trata de avaliar o comportamento dos outros, tive o cuidado de, antecipadamente, pedir perdão, se o que eu ia dizer fosse mais uma camelice das minhas. E mesmo antes deste pedido de perdão (não de simples desculpa) já afirmara que me recusava a acreditar que "farrapos" fossem pessoas e não comentários esfarrapados. Substituir o título FARRAPOS por DESCULPAS ESFARRAPADAS, sem qualquer explicação, não tem relevância? Deixar passar em claro para não melindrar a Direcção? Quem me leu até aqui já percebeu que não escrevo para agradar ou desagradar. Deixo que a alma fale e a razão se manifeste. E avisando sempre que vivo na procura incessante do sentido na nossa existência como seres humanos.
Lamento, Jorge, que mais uma vez leias só parte do que eu escrevo. Pelo menos é o que parece.
Quanto ao resto, motor e travão são empregues como analogia, porque não me estou a ver ou a outro qualquer aa ser pneu ou jante de um carro feito de gente. E se é verdade que um carro sem motor não anda, sem rodas e jantes não vai a lado nenhum.

23 maio, 2008 08:35  
Anonymous j dias said...

Caríssimos aas e caro Mário,
Não leio partes, leio tudo... Vê como provocado te explicaste melhor:
"E avisando sempre que vivo na procura incessante do sentido na nossa existência como seres humanos."
Não lamentes, pois não é o que parece, porque leio... e a palavra, mesmo a escrita, funciona assim e, nós os humanos, seguramente. Precisamos de fazer associação de ideias. Às vezes chamo-lhe provocações... vem a dar no mesmo embora não seja a mesma coisa.
Pois se é o que parece, de facto, não é. Produzes sempre mais se provocado... Bem bom.

Então, permite-me que tire a normal conclusão, volta Augusto, mas por favor o teu motor que venha a trabalhar. Se não fores capaz, então provoca-nos uma associação de ideias. Como diz um amigo nosso, beijufas.

24 maio, 2008 00:04  

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