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1 de julho de 2007

ENCONTRO DO SAMEIRO - 2007

Foi este o suporte do encontro do Sameiro...desde o carvão, às carnes e ao vinho, de tudo havia para o zé povinho.... o que lá apareceu...claro !!!


Este particular fotográfico já é resultado de um excelente dia de convívio: Aqui o Alcídio (à esquerda) em amena cavaqueira com Amaro Alves.
Da esquerda para a direita: OSampai, o Moreira, o escondido e o João Fernandes em conversa amena.
Aspecto parcial do encontro com o Machado Pereira de Pé


Novidade: O alcídio e o Irineu (de azul) em plena forma de fotogenia.


Não há dúvidas que para se ser um bom director de finanças é preciso saber jogar bem: O Lino em plena competição... Grande momento ...soberbo, mesmo !!!


Juntamente com o Coelho, o Lima Durães foi uma das peças chave da concretização deste encontro. sem eles , nada feito. Parabéns, Surães, ficas muito bem!!!!

Nada como rever fotos antigas. Um momento em que alguns procuram tentar encontrar-se nas fotos de sua juventude no seminário mariano.


ambém houve momento para música : O alcídio deu o ara da sua graça ao tocar o acordeon acompanhado com as vozes do Bessa e do Lino Vinhais.

E esta é a foto de família, crendo eu que seja a mais completa de todas as fotos obtidas. Mas só quando chegarem as do Costa é que podemos comparar. Nesta também está o António Costa.

7 Comments:

Anonymous Jorge Dias said...

Jorge Dias diz:
Encontro - Sameiro, 30 de Junho de 2007
Sente-se, ao ver as fotografias, que o encontro foi marcadamente de amizade e promessa de mais. Permitam-me que vos diga que a fotografia de grupo vos apresenta como que em �xtase, perspectiva em que, at� quem est� de olhos fechados, se enquadra muito bem, lembrando alguns dos nossos maiores. Com efeito, integra, hoje a Igreja, na celebra�o lit�rgica dominical uma leitura alusiva ao Profeta Elias e ao convite que dirige a Eliseu para o assessorar, por se sentir cansado. Tem piada que nunca tinha percebido esta leitura. Eliseu pede um tempo e vai ter com os seus. Lavra a terra e no fim, do arado faz lenha e dos animais que o puxavam carne que assa e faz festa com os amigos e a seguir parte para outra. Partir o arado significou e significa, mudar de vida. N�o sabia, aprendi hoje. Eliseu, contemplativo? Talvez�Quanto a v�s? Algu�m ainda pode ter d�vidas? �como todos o s�o, hoje, e esta fotografia demonstra-o com muita felicidade. Parab�ns ao seu autor.
S� a capacidade de lermos no dia a dia as pequenas coisas em que continuadamente nos envolvemos nos revelar� qu�o grande foi a caminhada a partir daquele dia primeiro que ingressamos na Institui�o �Ordem do Carmo�.
Parab�ns pelo dia de comunidade, eminentemente carmelita, que fizeram. Que bem, haja para todos, sempre. Jorge Dias

02 julho, 2007 00:29  
Anonymous Anónimo said...

este comment é só para ver se o erro que apareceu na escrita,mas com êxito

02 julho, 2007 12:45  
Anonymous José Moreira said...

Fiquei feliz por rever tantos Carmelitas, de modo especial o IRINEU, que já não via há cerca de 47 anos!
Para o Augusto, o Amaro Alves, o Domingos Coelho e o Durães, a minha admiração por tanto trabalho. Na realidade, foram o suporte de tudo.
Espero que para a próxima muitos mais apareçam.
José Moreifra

04 julho, 2007 09:06  
Anonymous José Moreira said...

Ainda a tempo: Por detrás destes quatro homens, estão, tenho a certeza, quatro gandes mulheres.
Para elas também o nosso reconhecimento.
José Moreira

04 julho, 2007 09:45  
Anonymous Anónimo said...

Mais um encontro de verdadeira amizade e união. O espirito carmelita apalpa-se no ambiente. Boa jornada de inter ajuda e boa disposição.
Creio que todos nós sentimos o desejo de regressar às origens e rever os que connosco caminharam nos tempos de juventude, ou seja, nos tempos do Seminário. Ficou em nós um bichinho que nos liga.
Fazem falta estes encontros. Todavia, se possível, cada vez com mais gente
Amaro Alves

05 julho, 2007 17:26  
Anonymous jorge dias said...

Oh Amaro, com bichos ou n�o, gostei deste coment�rio. Ent�o, que andamos n�s l� a fazer? Fomos bons alunos... O que aprendemos est� na nossa Personalidade, n�o � Ent�o tem que se manifestar, n�o � Queriam coisas estanques? Isso � de outros tempos. O nosso azeite tem pouca acidez... vem sempre ao de cima. Comno esperei tanto tempo para poder dizer isto!....O Carmelo foi sempre vivido em absoluto, mesmo que n�o acreditem, alguns, certo, amigos? Esp�rito Carmelita tem nome,Amaro, frei Amaro... Chama-se ora�o e ou vida contemplativa. Mas o que � isso, meu Deus? Amigos, simplesmente, "estar com ...sem palavras". Vou voltar sempre... isto � uma ideia grande que sempre nos unir� e venham mais que chega para todos... Aleluia. Deus � grande... Jorge

10 julho, 2007 01:36  
Anonymous jorge dias said...

Este cavalheiro Sampaio, da terceira fotografia, será que é um jovem que andou por Lovaina. Se és este Sampaio que um dia fui lá visitar precisamos de falar. Dá-me um toque (919588685) porque na pequenez da vida, em tempo, preciso de te rever para eu ser mais eu.

13 julho, 2007 00:41  

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