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10 de outubro de 2008

UM JANTAR DE AMIGOS E ANTIGOS MARIANOS

O Amigo Costa entregou-me estas fotos, naturalmente, para publicação no BLOG, recordação que são de uma jantar havido há dias num restaurante do Sameiro, jantar para o qual também fui convidado, mas em que não pude participar, devido a convite feito mesmo em cima do acontecimento. Quem souber de quem se trata, ponha aqui os nomes dos intervenientes, pois eu, além do Lobo (o de barbas, creio), do Jorge Dias e do costa, desconheço os nomes dos restantes, excepto do Costa, claro. Bem, aqui fica o registo fotográfico do evento. Bem hajam pelas fotos, pois, assim, outros poderão também partilhar, virtualmente, de tal convívio.



3 Comments:

Anonymous j dias said...

Caríssimos,
Espero bem que por iniciativa do Costa este espaço do blog seja mais um de diálodo de aaacarmelitas. O Mário Neiva foi dado como certo mas um problema de última hora impediu a sua presença.
Tomando por referência a última fotografia, da esquerda à direita,

Costa , João Lobo, Agostinho Gomes, Manuel Vaz Alves e Jorge Dias.

No fundo estão os, para mim, célebres fornos do terreiro de Santa Marta e Santa Maria Madalena.

Na penúltima fotografia, em vez do Costa, está o João Gomes (os fotógrafos)...

Mais tarde, no repasto, apareceu o José Moreira... (o da cabeceira da mêsa. Lembram-se daquela linda voz, qual Joselito português, que de entre todos os bons marianos cantores, cantou a solo na inauguração da Casa Beato Nuno - Fátima? Ainda canta e de que maneira no coro da Igreja dos Congregados em Braga.

Encontro intimista este e de profundidade, talvez mesmo indizível, em transversalidade e longitudinalidade de vidas que se cruzaram e de sucesso se fizeram, não obastante...
Marcante de Personalidade o Agostinho Gomes, uma surpresa absoluta seu irmão João Gomes pela inteligência acutilante e abordagem fina das questões, e sempre sem fugir aos factos, o desvendar sempre surpreendente de um João Lobo de mimetismo sem fim (que coisa soberba!) e amicíssimo (de família?), o sempre irrequieto Costa na procura de mais gente dos nossos, que foram, e que todos estejam e se sintam integrados. O sempre silencioso, amigo, concordante, de personalidade límpida e linda, como o nome da terra que o viu nascer: A Ver o Mar, de seu nome Manuel Vaz Alves, um senhor... e que elegância de pessoa! Quanto a mim Jorge Dias, touro de signo, deve ser da velhice, mas neste encontro saí machucado! Só aprendi e muito me comovi. Ao fim de dias, como bom touro, ainda remoía a comida! O quê? É verdade! Deixo por aí umas dicas... Mas as almas, quando entram no cerne da coisa, interiorizam mais que revelam. Só perceberá quem viveu e se perspicaz se fizer.

Obrigado amigos e muito, muito obrigado Costa, pelas maravilhosa vivência que tão lindo encontro por ti organizado, me proporcionou.

12 outubro, 2008 20:06  
Anonymous Anónimo said...

Esta dos fornos serem sete é que fica a pedir exegése!

12 outubro, 2008 22:02  
Anonymous jorge dias said...

Caríssimos, não me digam que cada forno queimava um pecado e por isso já somos santos? Voto nesta...

06 março, 2009 01:40  

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