Nome:
Localização: aaacarmelitas@gmail.com, Portugal

23 de julho de 2007

Inauguração do Campo de Futebol do Seminário Missionário Carmelita do Sameiro

Por deferência do Agostinho Neiva, aqui se reproduz uma foto de duas equipas de futebol, do Sameiro, aquando da inaugaração do campo de futebol do Seminário Carmelita do Sameiro. Não sei em que ano tal se deu, mas há caras conhecidas, algumas delas de Frades já professos, na altura. quem tiver mais certezas que eu, deite cá para fora os seus conhecimentos. Eu já não estava lá, para ver.



8 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Bem, haja para todos, sempre...
Isto tem emoção a mais. Se me dissesses que eu estava na fotografia não acreditava amigo Mário Neiva.De pé: 1 Amaro Alves, 2Agostinho Neiva, 3 Armindo Leitão (frei), 7 Agostinho (frei),João Lobo (frei?), 10 Justino.
De joelhos. 1.Salvrador (frei e sacerdote em França), 3 José Augusto (frei), 5 Jorge Dias (frei - que saudades), 10 Ant.Silva Sampaio (frei). Os outros tenho vergonha de me não lembrar porque tudo neles me lembra uma vida intensa lado a lado. Venham mais coisas destas...que emoção. Aquela minha passagem pelo Seminário como religioso e professor marcou-me profundamente para o resto da minha vida.A lágrima no canto do olho... não, não... não é chuva, só, só gente, saudade, muita certamente... jorge Dias

24 julho, 2007 00:39  
Anonymous Anónimo said...

Claro que o Amaro Alves era religioso nesta altura. E o Agostinho? j Dias

24 julho, 2007 00:40  
Anonymous JOSIMO said...

Ai Jorge, JOrge, que tanto te amofinas com as saudades daqueles tempos.A vida é feita ´de sortilégios e realidades... imprevistos.
Mas quem como tu, no auge de uma vida que me parece ter sido abundante de graças e fascínios, se pode lamentar do que o destino lhe traçou?...
Ó Psicólogo, então?...
JOSIMO

24 julho, 2007 14:23  
Anonymous Anónimo said...

BONITO FINAL ESTE
Não me lamento...não me amofino, até porque acho que não tinha mesmo saída. Mas foi bonita, profunda, deliciosa a vida, como a que vivo hoje. Só não precisava ter tanta dor. Tenho uma saudade bonita destes companheiros todos....Afinal tanta partilha, tanto afecto... foram tanto tempo os meus pais, os irmãos, os sobrinhos, os amigos e depois foi uma grande escola. E se ao perto às vezes nos chateávamos, todas as quintas feiras de joelhos pedíamos perdão. Hoje é que eu percebo bem a escola que foi, apesar dos pesares.
Josimo, o amor e a vida do presente e do futuro estão marcados pelo “passado” que aconteceu, quer queiramos quer não. E depois saudade pode ter dor, mas em princípio não é doença, embora possa ser depressiva ocasionalmente. Saudade também é, por incrível que pareça, espaço afectivo de felicidade.
A impressão que tenho é que há muitos outros a sentir coisas parecidas mas aquele sentido de masculinidade impede-os de deitarem cá para fora esses lindos sentimentos decorrentes de vidas partilhadas no viver e aprender.
Volta a reparar melhor na fotografia de grupo no fim do encontro do Sameiro, a mais completa, acima neste blog. Que felicidade está estampada naqueles rostos? Sou só eu? Afinal onde estão os outros? Até tu caro Josimo… e só foram cinco anos…Então não andas diferente? Pois a companheira é que sabe…
Agora imagina treze seguidinhos e sempre cheio de entusiasmo… e já te disse que a minha saída foi o culminar de um processo intelectual e religioso (pós-concílio – a encíclica “humanae vitae” e a revolta dos casais cristãos por todo o mundo, foi peça decisiva) que decorria da vida que se criou na comunidade…e na Igreja.
Por mim, quando me dei conta estava cá fora. Tenho cada vez mais a convicção de que pouco escolhi no meio disto tudo… Sabes que me sinto sempre um pouco como o nosso maior, o profeta Elias, que cansado, à sombra de um Junípero, no deserto para onde se retirara, derrotado, lhe é ordenado pelo anjo: “retempera as forças com o pão que te trago, levanta-te e anda pois tens muito caminho para andar” (citação inexacta do I Lº de Reis, salvo erro). Andar, então tenho andado muito e sempre naquele jeito da mensagem … Bonito final este. Jorge Dias

24 julho, 2007 23:21  
Anonymous Anónimo said...

0lá amigos:
Afinal somos todos iguais, mas,

"A arte de viver consiste em sacrificar uma paixão baixa a outra mais elevada"
(F. Mauriac)

Somos o que somos e lembramos o passado com saudade, porque como diz o Jorge, quer queiramos, quer não, foi uma grande escola e nada nos envergonha.

"Se não queres que ninguém saiba, não o faças"
(Provérbio chinês)

De lá trouxemos uma forma e principio de vida.

"É impossível proceder ao infinito na série dos seres que se geram sucessivamente. Deve-se admitir, por isso, que existe um ser necessário que tenha em si toda a razão de sua existência, e do qual procedam todos os outros seres. A este chamamos Deus".
(S. Tomás de Aquino)

LYNUZ

28 julho, 2007 17:16  
Anonymous JOSIMO said...

Na realidade foram só cinco anos.É engraçado, porém, que depois de uns anos de vida fora do seminário, e também nos momentos destas leituras, a saudade vem ao de cima; as lembranças de tudo: coral, jogos, passeios, retiros, estudos, aulas, "sacanices", campeonatos de futebol, teatros... tudo.
E bem ao contrário do "animus meminisse horret", ~são uma benção estas recordações...
JOSIMO

14 agosto, 2007 14:13  
Anonymous Anónimo said...

O que vou escrever não é à cerca da inauguração do campo de futebol do Seminário do Sameiro, nem sobre a fotografia, mas de uma outra, que eu enviei para a Direcção, com pedido de publicação, mas não sei porque motivo, até hoje ainda não viu a luz do dia.
Seria uma recordação para todos aqueles que nela constam. Essa dita foto foi tirada ainda em Braga entre os anos de 1953 1955.

17 julho, 2008 19:16  
Anonymous Mário Neiva said...

A FOTO

Nunca tinha vindo a estes lugares. Quando aqui se blogava, há um ano atrás, tinha deixado a máquina em Viseu e só a retomei em Novembro p.f.De outro modo teria corrigido o erro da minha identificação. Aliás, reconheço na foto quase toda a gente e lembro-me bem das caras e dos nomes. Quanto a mim, estou entalado entre o Amaro Alves e o Armindo Leitão mas fui identificado pelo J Dias como sendo o meu irmão Agostinho, que está de cócoras,à direita do J Dias. A minha camisola é branca porque fui "nomeado" guarda-redes, por greve do Armindo Leitão, titular habitual, e farto de ver os outros jogar...Foi uma sacanice que me fizeram, porque eu mal chegava à trave, saltando tudo o que podia! Não sei quantos "comi" mas ficou-me gravada a traição do meu irmão Agostinho, nada fraterno, que ajudou a encher-me o papo...-

28 julho, 2008 18:46  

Enviar um comentário

<< Home